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Arenas e estádios: troca de experiências nos Estados Unidos

Nos próximos meses a Nucleora – Cozinhas Profissionais concluirá o projeto das áreas de alimentação da Arena Corinthians (INSERIR LINK PARA http://corinthians.com.br/arena), sede da abertura da Copa do Mundo de 2014.

“O formato da Arena Corinthians tem uma característica muito especial e precisou de boa atenção ao dimensionamento das áreas de alimentação. Uma mistura que a gente fez no projeto, mas o conceito de operação é o que o Brasil já assimilou nas praças de alimentação dos shoppings centers, um conceito parecido com o americano”, conta Dimas Rodrigues de Oliveira, proprietário da Nucleora.

A empresa, que está desenvolvendo outros projetos relacionados a centros esportivos, tem como prática buscar referências e informações em diferentes partes do mundo para qualificar suas entregas. O engenheiro conhece muitos estádios da Europa e identificou a necessidade de conhecer outras realidades. Aceitou o convite da Hobart (INSERIR LINK PARA http://www.hobart.com.br), multinacional especializada em equipamentos para cozinha industrial e supermercados, para conhecer quatro estádios esportivos dos Estados Unidos. “Recebemos muitos convites para visitar instalações, aplicações, fábricas, mas temos focado em visitas a cozinhas de estádios, principalmente os mais novos e modernos”, ressalta.

A viagem aconteceu de 10 a 16 de julho. O engenheiro e o arquiteto Helder Fornari foram recebidos em Kansas City pela diretora da empresa nos Estados Unidos, a Sra. Bonnie Small, onde conheceram três estádios: Livestrong Sporting Park (LINK PARA http://www.livestrongsportingpark.com/), Chiefs (LINK PARA http://www.kcchiefs.com/) e Royals (LINK PARA http://kansascity.royals.mlb.com/index.jsp?c_id=kc&sv=1). “Kansas City é um grande polo esportivo, então tem muito escritório especializado nesta área, centro esportivo de todo tipo de esporte que você imaginar. Esses são novos, têm entre um e dois anos, e não são tão grandes, um deles tem capacidade para 18.000 pessoas. Mas o conceito era muito interessante”.

Segundo Dimas, o estádio do Sporting é organizado por alas, no conceito de clubers, que tem o foco no torcedor. Todos os níveis de conforto que são estabelecidos a partir do que os torcedores querem pagar. “É a mesma situação na Arena Corinthians, o arquiteto Aníbal Coutinho trabalhou esse conceito”, conta.

Eles visitaram todas as áreas de alimentação, os camarotes e as alas de bares. Os anfitriões compartilharam suas experiências e os orientaram sobre situações que não são boas. Como as áreas de alimentação não foram pensadas inicialmente, algumas coisas não estavam bem resolvidas no processo de adaptação. “Estamos evitando essa situação nos nossos projetos. A Equipe do escritório Coutinho, Diegues, Cordeiro Arquitetos, comandado pelo Arquiteto Anibal Coutinho, já havia feito uma boa previsão de áreas, a localização e o dimensionamento. O que a gente fez foi organizar essas informações e depois as demandas de necessidade de infraestrutura como hidráulica, elétrica, gás.”

A segunda visita foi ao Chiefs, que também tem um conceito muito próximo do torcedor. E a terceira, ao estádio do Royals. “É pequeno, muito organizado e bonito. As pessoas faziam os tours com a gente com o maior orgulho, sabendo que nós estamos fazendo as áreas de alimentação dos estádios da Copa do Mundo do Brasil”.

Em Dallas, acompanhados pelo diretor da Hobart no Brasil, Sr. Luca Boselli e a Diretora Americana Sra. Bonnie Small, conheceram o Dallas Cowboys (LINK PARA http://stadium.dallascowboys.com/), grande e moderno estádio, que se transforma para qualquer tipo de evento. “Ele tem a capacidade desses estádios grandes para a Copa, para 80.000 pessoas. Para ter uma ideia, passamos quase 4 horas lá e não conseguimos ver algumas coisas. No fim do dia estávamos muito cansados, mas com uma sensação gostosa de ter conhecido tudo aquilo”, conta.

Mais uma vez, Dimas observou o que se deve ou não fazer num projeto desses na intenção de fazer com que a operação flua. “É muita gente para ser atendida em pouco tempo dentro do estádio, então a operação tem que ser muito tranquila, com tecnologia, com planejamento de todo o processo: como produzir, quando produzir, quando servir. No dia tem que estar tudo pronto, o torcedor chegou e está tudo orquestrado seja quem for o operador”, destaca o engenheiro, que coloca toda a expertise da equipe da Nucleora para que isso seja uma realidade.

As incursões em busca de novas soluções e novos aprendizados não param por aí. No final de setembro, está programada uma viagem para a Inglaterra e para a Dinamarca, em que Dimas conhecerá soluções ligadas à sustentabilidade. Algumas para estádios e também para hotelaria. Em novembro o destino será novamente os Estados Unidos e desta vez para conhecer algumas fábricas e algumas arenas com jogos pois eles querem analisar o que ocorre durante os jogos para se certificarem que os projetos executados estão bem resolvidos.

“Estamos vivendo um momento muito forte na área de hotelaria. Se o Brasil vai deixar de ter lixões, então quem produz resíduo tem que se organizar e a hotelaria tem uma legislação específica para a questão do resíduo, não só o orgânico, mas todo o resíduo sólido que pode ser reciclado. As áreas de compactação de papel, de plástico, metal. Vamos ver algumas soluções de como resolver a logística dessa situação toda e se possível apresentar essas soluções para os estádios, os hotéis e também ser para condomínios grandes, empresas etc.”, anuncia.

Data: 16/9/2012
Texto: Juliana Rocha Barroso
Jornalista profissional – MTB: 42238/SP

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